Friday, October 20, 2006

fonix


O passarito do post anterior foi morto.
Quando nos chegou notícia da sua génese, exultámos da Criação, exaltámos a cria sã e aplaudimos a mãos ambas. Brotando alegria pelos poros cutâneos, na sua forma gasosa, ordenámos que fosse degolado o gargalo espumante duma litrada de Roederer Cristal Brut.
Efusividade efémera.
Contrista-nos informar que, no entremeio do telim do tchim-tchim e o humedecer dos beiços, foi a celebração da origem interrompida por notícia fúnebre e penosa.
Parece que a mãe do petiz era holandesa.
Abortou.

Friday, October 13, 2006

Fénix


Transtornos, percalços e imprevistos aparte, o blogue segue dentro de momentos.

Thursday, September 07, 2006

conforme o prometido....


Wednesday, September 06, 2006

E MAIS....

vou continuar a postar todas as fotografias que encontrar do Sr. Vedder e companhia actuando no Pavilhão Atlântico. Não me interessa que o blogue entupa, ou que isso não seja possível, ou que haja os direitos de autor mais sei lá o quê. Tou-me nas tintas que o pariu. Ou que o senhor que é dono disto me chute para canto. Estou-me nas tintas...vou continuar a postar todas as fotografias que encontrar do Sr. Vedder e companhia actuando no Pavilhão Atlântico.

ASS: M

P.s.- enviem-me todas as fotografias que encontrarem do Sr. Vedder e companhia actuando no Pavilhão Atlântico, para que eu possa postá-las.

ALIVE




Ao contrário de mim, estes estão bem e recomendam-se

"Não deixa de ser extraordinária a facilidade com que tocam tantas e diferentes músicas dia após dia. Solução: muitos meses de ensaio ou uma excelente memória. A primeira hipótese parece mais sensata, mas a segunda não o é menos. Afinal, os Pearl Jam são uma banda com boa memória. Lembram-se da extraordinária recepção que tiveram em Cascais em Novembro de 1996, quando actuaram em Portugal pela primeira vez (também aí em dose dupla). Lembram-se da segunda vez, no Estádio do Restelo, em Maio de 2000. Lembram-se do que (não) tocaram. Lembram-se das pessoas com que se cruzaram na praia. Lembram-se de trazer o cavaquinho que lhes foi oferecido em Portugal. Lembram-se de continuar a acarinhar os fãs sem vestígio de vedetismo".

Wednesday, August 30, 2006

A propósito...

Dois dos melhores nomes brasileiros que alguma vez ouvi: Jonleno e Jonueine.

(Pode ser que daqui a duas, ou talvez três, gerações, e caso a China ou a Rússia adquiram o tão almejado estatuto de potência número um no mundo, a gente se passeie por São Paulo ouvindo mães paulistas gritando a seus rebentos:

Não faz assim, Denchaupim!...
Cê não me vai obrigar a chamar o seu pai! Vai, Changai?
Deixa que é pra mim, Beijim!
Oh Micaiu!
Cê tá me ouvindo, Chevichenco?
Piterisbuuuuuuuurgo! Ocê tá surdo?!)

Tuesday, August 22, 2006

Tormentos dum Ocidertal


Eu como carne muita mal passada, no Verão sou reincidente nas idas à praia logo a partir do meio-dia às vezes até sem creme, fumo Marlboro normal, estou convicto de que o homem está naturalmente desenhado para a reprodução com a mulher e que a homossexualidade é ‘contra naturam’ porque, além do mais, estou seguro de que o rabo só serve para cocó e puns, considero que o aborto está indubitavelmente abrangido pelo verbo matar egoística e cobardemente, creio em Deus Pai Todo-Poderoso, que incarnou, por obra do Espírito Santo, e no seio da Virgem Maria se fez homem e... ah, rezo diariamente pedindo, entre outras coisas, para deixar de sentir esta necessidade de acrescentar coisas em itálico.
Aí está, senhor guarda londrino, esta é a verdade.
Vim entregar-me. Pode pôr a algema.

Friday, August 11, 2006

Alerta Máximo: Moshillah


02:06PM
Londonistão
Bayswater Road/Notting Hill

Assim que dobro a esquina da Petersburgh Street no sentido de Notting Hill, dou de caras com o tráfego parado no mesmo sentido. Ao fundo, uma clareira aberta, semi-deserta, improvisada com fitas de plástico azuis e brancas, atravessadas ao largo, fragilmente barrando a passagem e agitando nervosas ao vento. Dentro da zona proibida, uma ambulância parada sinaliza a emergência de sirene acesa. Uns quantos polícias dispersos em redor parecem aconselhar os transeuntes a seguirem por caminhos alternativos. Emergência. Passagem bloqueada.
Atravesso a rua para diante do consulado russo e, chegando-me junto a uma polícia de uniforme que desenrola mais uma fita e a vai atando a uma árvore, pergunto:
Excuse me, can’t I go through here?
Sorry mate. You’ll have to go through Ossington Street or go around through the park, wherever you're headed.
Thank you. …Sorry, but what seems to be the problem?
We’ve had a rucksack. And with all the bombings we have to be careful.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?